quinta-feira, 6 de dezembro de 2007

Uruguaios em Fortaleza!




Oi,


Num almoço de confraternização do trabalho, acidentalmente me deparei com um excelente restaurante uruguaio aqui mesmo em Fortaleza: A Cabaña del Primo, que fica no Open Mall.


Ok ok, é um restaurante já antigo, já saiu no guia Veja Brasil não sei quantas vezes. Sei que ultimamente venho escrevendo sobre restaurantes e deixando as receitas de lado. Aproveito a oportunidade para afirmar que não sou um crítico daqueles que vai de restaurante em restaurante. Minhas maiores experiências gastronômicas são dentro da minha própria cozinha, preparando meus pratos.


Voltando: O Cabaña é equipado com uma Parrilla sensacional. Para quem não conhece, é uma espécie de churrasqueira grande, retangular, equipada com uma grelha localizada a uma distância segura do fogo, onde os alimentos recebem calor de forma lenta. Uma vez que a carne está prestes a chegar no ponto, melhora-se um pouco mais o calor na peça para garantir que a parte externa da carne fique com uma cor mais dourada, dando uma melhor apresentação. Além de dar a crocância, esse processo elimina potenciais resíduos de gordura da carne. A carne preparada em grelhas é prato típico do Uruguai e da Argentina, mas o jargão é "o autêntico churrasco da América Hispânica". Ah, as carnes são assadas com sal refinado. Interessante hein?!


A casa clama ser a primeira do Ceará a usar a parrilla. Parece ser dos mesmos proprietários do Geppo's. A decoração é requintada. Da entrada já se vê a imensa churrasqueira, onde o chef, que me disseram que é argentino, comanda tudo.


Vi no cardápio que alguns cortes têm porções femininas em menor quantidade, cerca de 280g. De entrada não comi nada especial, fui de pãozinho com patê. Sabe como é almoço de confraternização né?! Ouvi falar que a entrada de kafka de tomate seco com queijo coalho é a melhor pedida.


Como prato principal vi o bife de tira e o bife de chouriço. Quem comeu adorou. O acompanhamento foi arroz biro-biro. Para sobremesa, o destaque é o búlgaro, torta gelada de chocolate com creme.


Confiram!


Abraços

À beira da lagoa


Oi,

Um pedacinho da Itália à beira da Lagoa Rodrigo de Freitas, no Rio de Janeiro, o restaurante La Forneria oferece uma culinária clássica. Localizado em Ipanema, possui uma vista privilegiada da lagoa e do corcovado, num dos endereços mais nobres da cidade.


A decoração, com tijolos aparentes e mesas de madeira, apresenta um ambiente rústico, mas sem deixar a sofisticação de lado. Ao fundo do restaurante, fornos à lenha compõem um largo balcão. Muitos lugares no primeiro andar e o segundo andar mais lugares para fumantes.


Apesar do ambiente clássico e tradicional, pedi uma opção nada convencional: Um filé de avestruz com tagliatelle ao molho de manteiga trufada com shitake, bem gostoso mas passa longe de ser marcante.


A entrada, apesar de simples, estava gostosa: Palmito ao forno, com espinafre, alcaparras, gratinada com queijo parmesão. Recomendo!
Encharquei tudo isso com um vinho branco chileno, chardonnay Caliterra Reserva.
Ótimo programa! Vá à tardinha para aproveitar a troca das luzes.



Abraços

terça-feira, 6 de novembro de 2007

Outro frango ao limão com mel do Gordon Ramsay

Oi,

O Gordon Ramsay já gosta de combinar frango com limão e mel. Imagine se ele conhecesse as propriedades medicinais da combinação do limão com mel que tanto usamos por aqui. Inspirou até nome de banda de forró. :-)

Sem mais delongas vamos à receita:

Frango ao limão com mel e purê de batatas light
Serve 4

Ingredientes
Frango
1kg de filé de frango cortado em pedaços
Sal e pimenta
3–4 csp de azeite
1 cabeça de alho
Alguns ramos de tomilho
vinagre de cereja
2 csp molho de soja
3 csp de mel
1 limão cortado em fatias finas
1 punhado de salsa cortada

Purê light
1kg batatas descascadas e cortadas
Sal e pimenta
30g de manteiga
1 punhado de cebolinha picadas

Tempere o frango com sal e pimenta. Aqueça o azeite numa frigideira. Doure os pedaços de frango no fogo alto junto com o alho e o tomilho por 2–3 minutos pra cada lado. Adicione um splash do vinagre e deixe borbulhar até o líquido reduzir à metade. Adicione o molho de soja e o mel misturando tudo. Adicione agora um splash de água quente e as rodelas de limão. Deixe ferver até reduzir o molho a consistência de mel. Deverá levar uns 10 minutos. Nesse momento o frango estará bem cozido.

Corte as batatas em pedaços e cozinhe com sal por 10 minutos, ou até a consistência estiver boa para serem amassados. Drene bem. Amasse as batatas ainda quentes. Misture com a manteiga e a cebolinha. Tempere com sal e pimenta.

Transfira o frango para o prato e espalhe um pouco de salsa por cima. Sirva com o purê.

Abraço,

domingo, 4 de novembro de 2007

Estou de volta! Com Filé de Porco

Oi,

Apolônio, meu caro, estou de volta, agora com fotos "verdadeiras" das receitas. Sim! A foto acima é realmente do prato que fiz!

A receita de hoje é um Filé de Porco "incompleto". O molho deveria levar azeitonas pretas e alecrim fresco, além do vinho e do caldo de galinha. Como não tive tempo de comprar todos os ingredientes, vai assim mesmo.

Ingredientes:
500g de medalhões de filé de porco
1/4 xíc de farinha de trigo (Dona Benta, claro).
1/2 copo de vinho branco
1/2 copo de caldo de galinha
1/2 csp de sal
1/4 csp de pimenta-do-reino moída
1 dente de alho amassado
1 csp de manteiga
azeite
salsa cortada

Modo:
Numa tigela misture a farinha, o sal e a pimenta. Passe os medalhões de filé na farinha temperada. Aqueça o azeite numa frigideira em fogo médio. Frite o porco até dourar virando de lado uma vez e reserve. Reduza o fogo e adicione a salsa e o alho à frigideira. Adicione o vinho e seguida e deixe reduzir até a consistência de molhor. Adicione o caldo e reduza até a metade do líquido. Melhore a consistência do molho com a manteiga.
Sirva os filés com o molho por cima. Vai bem com arroz ou salada de batatas.

Mesmo "incompleto", ficou muito bom. No molho da receita original leva alecrim fresco no lugar da salsa, azeitonas pretas e cascas de limão.

Adicionando 1kg de pimenta malagueta da boa, temos então uma receita taliandesa.

Abraço

quarta-feira, 19 de setembro de 2007

Dismistificando o Spaguetti alla Carbonara

Oi,

Carbonara é uma receita de massa tradicional italiana. Esse nome vem de carbone, carvão em italiano. Muitos acreditam que esse batismo veio pela popularidade do prato entre fabricantes de carvão vegetal, outros acreditam que é pelo simples fato de levar pimenta-do-reino moída e os pedaços de bacon torradinhos, que lembram carvão.

Definitivamente é a receita que vi o maior número de variações. Já provei esse prato pela "mão" de vários amigos e em alguns restaurantes. As receitas que peguei apresentaram diferenças marcantes de uma pra outra.

Na Itália central, berço da iguaria, os ingredientes são ovos, os queijos parmigiano reggiano (o velho e bom parmesão) e pecorino romano (um queijo forte que só o diabo), guanciale (as bochechas do porco), pimenta-do-reino, estrutto (banha de porco), azeite e manteiga.

Ué, e o creme de leite? Isso mesmo meus amigos! A carbonara original passa loooonge do creme de leite, que é o ingrediente mais comum nos restaurantes. As receitas caseiras que provei também abusam do creme e algumas passam longe de qualquer queijo.

Testei uma receita que classifiquei como bem equilibrada. Faz uso do creme, dos ovos e do queijo de forma moderada. Ficou muito boa. Segue abaixo:

Spaguetti alla Carbonara
1 pct de spaghetti
2 xic de bacon em cubos
2 csp de azeite
1/4 xic de vinho branco
4 ovos
1/2 xic de queijo parmesão DE VERDADE ralado
1/4 xic de creme de leite
pimenta do reino moída
nóz-moscada moída

A velha panela grande com água fervendo pra massa. Em uma outra panela, grande o suficiente pra caber a massa, frite o bacon até ficar dourado mas não deixe ficar crocante demais. Adicione o vinho e deixe ferver até que reduza a um líquido com textura de mel. Tire a panela do fogo. Numa tigela bata os ovos, o queijo, o creme e a pimenta. Reserve. Cozinhe a massa al dente. Quando a massa estiver pronta remova aproximadamente 1/2 xícara da água que cozinhou a massa antes de drená-la. Volte a panela do bacon ao fogo e jogue a massa drenada. Mexa bem para incorporar tudo. Tire a panela do fogo e adicione a mistura dos ovos e queijo mexendo bem. Lembre de tirar a panela do fogo nesse momento senão os ovos vão cozinhar! Gradue a textura do molho com a água da massa, se houver necessidade. Adicione a nóz-moscada e corrija a pimenta. Sirva imediatamente.

Abraços

terça-feira, 4 de setembro de 2007

Quase ia esquecendo: Restaurante Tailandês no Rio

Oi,

No Rio, na última refeição na cidade no final de semana em que estive lá, encarei um restaurante de uma cozinha que ainda não conhecia - a tailandesa.

O restaurante Nam Thai (foto) é bem localizado, há poucos metros da praia do Leblon. O ambiente é bem agradável mesmo com aquela musiquinha oriental insistente ao fundo, mas que não causa traumas.

Antes de pedir fui alertado pra algo que sou bastante sensível - a pimenta - especiaria que a culinária tailandesa usa e abusa. Até no cardápio já vem com uma ressalva importante, cada prato possui uma classificação da intensidade de pimenta. Uma florzinha pra pouco picante, duas para médio e três para muito picante.

Lá fui eu de Gaeng Moo Tay Po, um prato de porco ao curry, leite de côco e outros temperos saborosos. Esse era classificado com duas florzinhas, médio, mas dava pra ver bem as partículas vermelhinhas boiando no molho. Definitivamente não é uma boa escolha pra quem é sensível à pimenta. Apesar de estar muito saboroso, sofri um bocado com o ardor da pimenta. A quentura então... Foi uma suadeira só mesmo a temperatura estando bem agradável no interior do restaurante. A promessa do garçom era usar o arroz jasmin pra "equilibrar" o efeito da pimenta. Realmente melhorou, mas não o suficiente pra mim. Não pude reclamar da textura e dos sabores extra-pimenta. Comi tudo mesmo assim! Pra quem curte uma pimentinha, vale conferir.

Tive chance de provar do Nuea Kaeng Kiow Walin, um prato a base de carne com outro tipo de curry. Esse tava de lascar, tanto que não deu pra sentir muito o sabor da comida. Pimenta pura! E era classificado como médio! Stay away!

Na rua do restaurante (Rua Rainha Guilermina) há uma sorveteria Haaggen Dazs bem legal. Com certeza a área de marketing da sorveteria vislumbrou uma venda casada aí. Depois de tanta pimenta, a passada na sorveteria é quase inevitável.

Abraços

domingo, 2 de setembro de 2007

De volta à cozinha - Um clássico: Medalhões de Filé ao molho madeira

Oi,

Depois de uma viagem estenuante e uma virose sensacional, voltei à cozinha. Resolvi fazer um best-seller dos restaurantes: Medalhões de filé mignon ao molho madeira. Como acompanhamento não poderiam faltar o arroz à grega e a salada de batatas, mas vou me ater ao filé.

Medalhões de filé mignon ao molho madeira
4 medelhões de filé mignon
2 fatias de bacon
2 colheres de sopa de manteiga
40 g de farinha de trigo
80 ml de conhaque
500 ml de caldo de carne
1 cch de mostarda
champignons
sal
pimenta

Modo:
Pré-aqueça o forno médio. Tempere os medalhões com sal e pimenta. Envolva os filés pela lateral com uma tira contínua de bacon prendendo com palitos de dentes. Frite cada lado dos filés numa frigideira antiaderente e depois leve-os ao forno numa assadeira por 8-12 min. Retire do forno e retire os palitos de dente.

Molho:
Derreta a manteiga, junte a farinha e mexa bem até que fique dourada. Acrescente aos poucos o conhaque, o caldo de carne, o sal, a mostarda e o champignon mexendo sempre até engrossar ligeiramente.

Sirva os medalhões regados com o molho e os acompanhamentos. Esse nome "molho madeira" é relacionado ao vinho madeira, que é utilizado no lugar do conhaque na minha receita. Esse vinho é bem fortificado, com elevado teor alcoólico, caracterizado pela adição de aguardente vínica, produzido na Ilha da Madeira, a ilha principal de um arquipélago na costa portugesa que leva o mesmo nome, há mais de 300 anos.

Abraços

Passando por BH


Oi,

Continuando a jornada de viagens a trabalho, chegando em BH fui tratando de solicitar aos meus caríssimos amigos belohorizontinos que me levassem em lugares onde se pudesse pedir uma boa comida.

Aproveitei bastante todas três refeições que fiz por lá. A primeira foi um almoço num self-service de comida regional. Fica o destaque pro frango ao molho pardo, conhecido também como a nossa galinha a cabidela, e para um doce de banana sensacional que comi.

O primeiro jantar foi muito bem recomendado: um restaurante de churrasco uruguaio chamado originalmente de Parrilla del Mercado mas esse seria o nome do restaurante que fica no Mercado Distrital do Cruzeiro, um restaurante ideal para o fim de tarde ou um passeio a dois. O happy hour no lugar, inclusive, é bem concorrido. O proprietário é o uruguaio Francisco Tomás Mesquita, que abriu o Parrilla del Mercado em 1998. Fomos mesmo jantar no restaurante que fica no Shopping Patio no bairro Savassi, o Parrilla del Patio, que é do mesmo proprietário.

O restaurante vem equipado com um buffet de saladas completíssimo. No jantar pedimos a especialidade, o churrasco da paleta de carneiro. Rolou também um churrasco do corte Bife Ancho. Muito bom tb. Cobri tudo com um molho de vinho e para acompanhar uma batata com creme de queijo roquefort.

No almoço do dia seguinte fomos ao restaurante Santa Fé (fotos), também no bairro Savassi. Um restaurante de comidas variadas com um buffet sensacional de saladas, antepastos, pães, canapés, etc. Sentamos num dos ambientes onde tinha uma adega bem variada e muito bonita, mas infelizmente não deu pra abrir uma daquelas garrafas. Para acompanhar a salada pedi um salmão grelhado e meu colega uma truta. Ambos os pratos chegaram rapidamente muito bem decorados. O salmão veio com molho de azeite e alcaparras. Estava muito bom!

Esses dois lugares que fui, podem ir sem medo qdo estiverem em BH. Se tiver que escolher um, vá no Santa Fé.

Abraços

quarta-feira, 29 de agosto de 2007

Gula Gula - Rio de Janeiro


Oi,

Como vocês, meus caros amigos, puderam acompanhar no post abaixo, eu estava na estrada desde a semana passada. Como tinha compromisso de trabalho em Belo Horizonte no começo dessa semana, decidi passar o final de semana no Rio de Janeiro.

Na cidade maravilhosa que continua linda, fui muito bem ciceroneado por uma amiga carioca que mostrou ter muito bom gosto. Quero aproveitar o momento pra agradecê-la uma vez mais por tudo.

Pedi pra ela selecionar um lugar legal pra irmos, só que quando ouvi o nome do estabelecimento que foi sugerido para o primeiro almoço na cidade - Gula Gula - confesso que não dei muito crédito. Pensei que fosse self-service de comida no quilo.

Chegando lá vi que não passava nem perto de self-service. Um restaurante no "quente" de Ipanema, bem agradável, com uma fila de espera considerável porém rápida devido ao excelente atendimento. O cardápio foi a credencial: pratos individuais pra lá de sofisticados. Entradas como carpaccios, quiches e mousses salgadas. Sobremesas como petit gateau e creme brûlée

Estávamos em quatro na mesa. Pedimos uns pastéis de camarão pra entrada que estavam deliciosos, mas não chegam aos pés do Dom Pastel de Fortaleza. Os pratos do almoço chegaram quase que simultaneamente, o que não é fácil quando se trata de pratos individuais. Dá pra concluir que o Chef de cozinha sincroniza o tempo dos pratos para atender a mesa. Pude ver que todos os pratos pedidos tinham ótima apresentação. Eu pedi um prato frio chamado Salada Mediterrânea (foto) que leva camarões e lulas com batata, abobrinha e palmito, com molho de mostarda e estragão. Apesar da aparente leveza do prato, a porção me satisfez. Provei também do prato da minha amiga que foi uma das sugestões do dia: atum no gergelim com molho teryaki, brocolis e arroz.

Quando forem ao Rio, não deixem de conhecer. Taí o site do Gula Gula: Comida Bossa Nova http://www.gulagula.com.br/. O restaurante tem até livro! Clique aqui pra ver.


Abraços

sexta-feira, 24 de agosto de 2007

Vem pro Outback


Oi,


Numa viagenzinha à São Paulo, segui o conselho de amigos e fui conhecer o Restaurante Outback Steakhouse. A promessa era de provar uma carne diferente e gostosa.

Fui no restaurante do Shopping Center Eldorado. O ambiente é bem grande, mas mesmo assim tava superlotado. Numa noite de sexta-feira em SP né, tinha que estar mesmo.

Bem legal lá. A decoração e os móveis tentam passar a rusticidade australiana. É tudo de madeira, mas é bem aconchegante. A maioria das mesas são dispostas como dinners americanos, com uma luz perfeita para quem está sentado. Chopp servido na caneca e a bandeja, enorme, é trazida pelo garçom apoiada no ombro. Se o pedido é pequeno, como foi o meu, vem na mão mesmo. Todos os atendentes são simpáticos e aparentam estar contentes com o trabalho que fazem. Demonstram estar bem preparados. Mesmo estando lotado, o serviço foi muito bom.

Há uma área enorme de espera com mesas altas. Inclua nessa área o bar que é também bem grande. Eu mesmo jantei numa mesa de espera, mas que ficou perfeita para servir-me individualmente.

Para a entrada pedi uma sopa que já pagou o ingresso: a Walkabout Soup. Um creme de cebolas com batata, bacon e queijos, muito bem temperada com pimenta-do-reino. Com certeza deve ter um bom caldo de carne de churrasco pra dar o toque australiano. Acompanha um pão preto fresquinho muito gostoso! Sensacional e no preço!

Pro jantar pedi um rockhampton rib-eye. Um corte diferente que, como o próprio nome diz, deve pegar parte da deliciosa costela. Era em torno de 350g de um steak bem alto e suculento, que veio bem temperado com pimenta-do-reino já quase querendo passar do ponto. Pelo que observei transitando nas bandejas, quase todos os cortes são orientados para grill o que permite abusar dos temperos "pincelados".

Se eu tivesse outro estômago teria provado outros pratos só para poder compartilhar com vcs, caros amigos. Nem sobremesa consegui pedir. Burp!
Enfim, vale a pena.

Abraços
"Uma receita é apenas um guia, palavras num pedaço de papel, um ponto de partida para a improvisação. Uma receita não pode substituir a mão da experiência e o vislumbre de um cozinheiro astuto. Por essa razão, sinta-se à vontade para cozinhar suas próprias idéias em um prato. Quando você concebe uma vez, aquilo torna-se seu, então personalize um pouco, adicione um pouco mais de um ingrediente que você gosta ou menos de um que você não gosta, tente substituir um ingrediente por outro. Lembre-se, palavras não tem sabor, então dê o seu toque, sempre! "

Michael Smith
Chef Canadense

O Autor

Minha foto
Fortaleza, CE, Brazil
De profissão sou gerente de projetos. Interesso-me bastante por Processos de Gestão em TI, mas isso tudo só acontece nas horas vagas (brincadeira, adoro meu trabalho). Meu "tempo" principal é dedicado aos meus queridos filhos, o tênis, um pokerzinho e a nova paixão: a culinária. Meu querido e saudoso pai e, depois, minha maravilhosa vó foram os responsáveis. Sinto-me mais perto deles em cada exercício dessa alquimia maravilhosa.